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Duda Camargo Nutricionista · Diabetes

Diabetes tipo 2 não precisa ser uma vida de proibição

Meu trabalho é fazer o seu tratamento caber na sua mesa: com a comida da sua casa, no seu horário, do seu jeito. Sem bronca e sem cardápio de passarinho. Sou a Duda Camargo, nutricionista com atuação exclusiva em diabetes e saúde metabólica, CRN-10/7247.

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Espaço Cora — Agronômica, Florianópolis · Também atendo online

Atendimento particular, sem convênio — consulta avulsa ou programa de 90 dias

Prato do dia a dia, sem proibição

Já ouviu "não pode" demais?

Já cansou de sair da consulta com uma folha impressa igual à de todo mundo?

De ouvir a mesma bronca do médico, de quem mora com você, dos filhos — e às vezes até de você?

De comer escondido e sentir culpa por causa de um pão?

Eu não vou te dar mais uma lista do proibido. Você já ouviu de tudo, e quase tudo em tom de sermão. Depois de tantos anos, o que falta não é informação: é alguém que pergunte como é a sua vida antes de dizer o que você deve fazer.

Hoje eu quero falar do que pode

O pão do café da manhã vai estar no seu plano, e não fora dele. O feijão também. A fruta, o almoço de domingo, o cafezinho.

O que muda não é a lista de alimentos: é a quantidade, a combinação e o horário. É onde o ajuste realmente acontece, e é a parte que a folha impressa nunca explica.

Aqui não existe alimento vilão, não existe detox, não existe semana de castigo depois do fim de semana. Existe o seu prato, ajustado — e a paz de comer com a sua família sem virar assunto.

Ler: o diabético pode comer pão? E feijão? E banana?

Como funciona a consulta comigo

Item 1

A consulta dura mais de uma hora, e eu escuto primeiro

Antes de qualquer orientação eu quero saber: como é o seu café da manhã? Quem cozinha na sua casa? O que não pode faltar no seu domingo? O plano nasce daí. Inclusive do que você come e não conta para quem te acompanha — aqui não tem bronca.

Item 2

O plano chega em até 3 dias úteis

Feito com a comida que já existe na sua casa, e não com ingrediente caro de supermercado grande. Se o seu almoço é arroz, feijão e um bife, é sobre isso que a gente vai conversar.

Item 3

Eu trabalho junto com o seu médico

Ele cuida do remédio e dos exames; eu cuido do que acontece todos os dias na sua mesa. Se você quiser, eu mando um retorno do que a gente ajustou para ele levar em conta.

Item 4

Dúvida entre uma consulta e outra, você me chama

No WhatsApp mesmo. Não precisa esperar a próxima consulta para perguntar se pode comer aquilo no aniversário do neto.

Dá para começar por uma consulta só, sem compromisso de pacote. Hábito de quinze anos não se ajusta numa conversa, mas a primeira conversa já mostra se a gente se entende.

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Está aqui pelo seu pai, pela sua mãe ou por quem você ama?

Então é com você que eu quero falar agora, sobre a pessoa que você ama.

Você já mandou reportagem no WhatsApp dela e foi ignorada. Já escondeu o açúcar da casa e virou guerra. Já pediu para o médico dar uma dura, e funcionou por uma semana. Já falou no almoço de domingo e piorou tudo.

Você não falhou. Você está usando a única ferramenta que te deram, que é a pressão — e pressão não funciona com ninguém, muito menos com quem convive com bronca há quinze anos.

Vigiar a comida de quem a gente ama piora duas coisas

A relação de vocês e o esconderijo dela. Quanto mais fiscalização, mais ela come escondido; quanto mais ela come escondido, mais culpa; quanto mais culpa, menos ela quer falar sobre o assunto. E você fica com o papel que ninguém quer: o vigia da família.

O caminho que funciona é contraintuitivo. Ele passa por devolver o comando para o próprio paciente, com apoio técnico do lado.

Os três papéis que fazem isso funcionar

A família apoia. Organiza a casa, as compras e o clima da mesa. Não fiscaliza prato, não comenta garfada, não faz cara.

A profissional orienta. Eu assumo a parte técnica: o plano, os ajustes, as dúvidas do dia a dia. As perguntas sobre comida passam a vir para mim, não para você.

O paciente decide. Porque é adulto e sempre foi. É a única forma de a mudança durar mais que o susto.

Como convidar sem briga

Uma coisa que funciona: em vez de "marquei nutricionista para você", tente "encontrei uma nutricionista diferente, ela mesma tem diabetes e não trabalha com proibição — vai lá uma vez comigo".

A diferença entre as duas frases é quem está no comando. A primeira é uma ordem; a segunda é um convite com companhia.

Pai ou mãe resistente é o padrão, não a exceção. Muitos pacientes chegam aqui trazidos, e voltam por conta própria. Se essa pessoa topar uma consulta, fazer com que ela queira voltar é trabalho meu, não seu.

Ler o artigo completo: como convencer seu pai a se cuidar, sem briga

Essa pessoa ainda não topou? A conversa pode começar por você

Você não precisa esperar o sim dela para começar a mudar alguma coisa.

Dá para marcar uma consulta comigo para falar sobre isso: como está a alimentação da casa, o que muda nas compras e no preparo, o que vale a pena tentar e o que já se sabe que piora — mais o convite, que é a parte mais delicada e a que a gente monta junto.

É a mesma consulta que eu faço com qualquer pessoa: mesmo formato, mesmo tempo, mesmo cuidado. O que muda é quem senta na cadeira.

Um limite que eu digo antes, porque isso é o que protege essa pessoa e o que te libera: eu não prescrevo conduta para quem não está em atendimento comigo. O plano individual dela é assunto da consulta dela. O que sai da nossa conversa é a organização da casa e o caminho para ela chegar até aqui — que é exatamente o que você não estava conseguindo por conta própria.

Como funciona quando quem agenda é você

Você pode agendar e pagar sem problema, e pode participar da consulta se essa pessoa quiser.

Sobre o que acontece dentro dela, eu preciso ser clara com você, porque isso é o que protege essa pessoa e é o que te libera: o que ela me contar em consulta é sigiloso, como em qualquer atendimento de saúde. O que eu compartilho com a família, com o consentimento dela, é o resumo prático — o plano, os combinados da casa, o que ajuda e o que atrapalha.

Parece uma limitação e é o contrário: é assim que você troca o papel de vigia pelo de apoio. A vigilância sai das suas costas e vai para onde ela deveria estar, que é dentro de um acompanhamento profissional.

E se essa pessoa mora em outra cidade: a primeira consulta online pode ser com você junto na chamada. Depois ela costuma seguir sozinha.

Marcar consulta para quem eu amo

Perguntas frequentes

Perguntas que eu ouço toda semana

Já sei o que tenho que comer. Tenho isso há quinze anos.

Você sabe mesmo. Quinze anos de convivência ensinam muito, e eu não vou te dar aula do básico. O que eu ofereço é outra coisa: em vez de mais regras, a gente pega o que você gosta de comer e encontra o jeito de encaixar. Você sai daqui com o pão do café da manhã dentro do plano.

Já fui em nutricionista e mandaram comer comida de passarinho.

Eu entendo a desconfiança, e ela é justa. O plano que eu monto começa pela comida que já existe na sua casa. Me diz o que você almoçou ontem e eu já te mostro como seria o ajuste — sem tirar o prato, ajustando em volta dele.

Meu médico já me passou uma dieta.

Ótimo, e você continua com ele. A orientação que sai da consulta médica costuma ser uma folha geral; o meu trabalho é transformar aquilo em comida de verdade, da sua casa, no seu horário. E eu mando um retorno para ele do que a gente ajustou, se você quiser.

Consulta online não é para mim, não entendo dessas coisas.

Então venha presencial: eu atendo no Espaço Cora, no Edifício Somma Tower, na R. Dr. Carlos Corrêa, 141, na Agronômica — e eu mando as orientações de como chegar e onde estacionar. Se algum dia não der para vir, a gente faz pelo computador com a ajuda de alguém da família na primeira vez — é mais simples do que parece.

Comecei insulina agora, depois de anos de comprimido. Muda alguma coisa na comida?

Muda, e essa é uma das coisas que eu mais ajudo a resolver. Com insulina, os horários e as quantidades de carboidrato passam a conversar com a dose — e quase ninguém explica isso quando a medicação muda. É uma das melhores horas para procurar acompanhamento.

Posso levar quem mora comigo na consulta?

Pode, e costuma ser bom. Quem cozinha entende metade do plano em primeira mão, e as combinações da casa saem prontas da consulta.

Quanto custa?

Eu informo os valores diretamente na conversa, com clareza e sem enrolação, junto com o formato que faz sentido para o seu caso. Dá para começar por uma consulta só e dá para parcelar. É só me chamar que eu explico.

Vamos marcar a sua consulta

Me manda uma mensagem no WhatsApp para marcar ou para tirar dúvida sobre qual formato faz mais sentido — consulta avulsa ou acompanhamento de 90 dias. O resto, sobre o que te trouxe até aqui e há quanto tempo convive com o diabetes, a gente conversa com calma na consulta.

Se preferir, pode me ligar.

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(48) 99915-3184 · Quem responde sou eu, em horário comercial.

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